Mais de 1.000 oficiais chineses desertam para o estrangeiro

O aeroporto de Hong Kong em 2 de novembro (Hannah Johnston/Getty Images)

Mais de 1.100 funcionários públicos chineses que viajaram para o exterior durante o Festival da Lua e o Dia Nacional da China não retornaram. Entre eles, 714 foram listados como “desaparecidos”. Desparecido é outra palavra para deserção, ou seja, esses funcionários ou não retornaram após suas saídas de férias ou não puderam ser alcançados.

O anúncio foi feito em 15 de outubro, tanto pelo Comitê Central de Inspeção Disciplinar como pelo Departamento Central de Organização da China.

Essas férias ocorreram pouco antes do 18º Congresso Nacional do Partido Comunista Chinês e, para criar a ilusão de um país “harmonioso e estável”, as autoridades chinesas já haviam adotado medidas rígidas para evitar que funcionários desertassem.

Segundo a revista Chengming de Hong Kong, o Conselho de Estado da China estabeleceu temporariamente um “grupo de comando contra servidores públicos em fuga” em 22 de setembro com o vice-premiê Li Keqiang como o oficial-chefe no comando.

O grupo elaborou quatro ordens a serem cumpridas por todas as organizações: 1) Ter um bom controle sobre a situação e os planos de cada funcionário; 2) Verificar as últimas atualizações dos regulamentos e medidas disciplinares para e fechar todas as brechas; 3) Analisar e revisar as identificações de pessoas sob custódia para impedir que haja documentos de identificação falsificados e várias cópias; 4) Ficar alerta sobre essas pessoas que estão, ou estarão, sob investigação ou estão na lista interna, e restringir suas atividades, se necessário.

O grupo de comando aumentou seu pessoal para vigiar os principais portos, aeroportos e fronteiras. Ele também enviou mais de 8.000 policiais especiais para esses lugares antes de 28 de setembro. Enquanto isso, mais de 350 instrumentos dos mais modernos para a detecção de passaportes falsificados foram instalados nestes portos e aeroportos.

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