Infográfico: a guerra secreta da China contra os EUA

Por Joshua Philipp, Epoch Times

Nesta guerra, está sendo utilizada uma série de táticas não convencionais projetadas para atingir os objetivos sem a necessidade de um confronto clássico corpo a corpo. Muitas dessas táticas foram detalhadas no livro militar chinês de 1999, chamado “Uma guerra sem restrições”. Essas táticas foram extraídas de antigas estratégias de engano e programas implementados pela União Soviética. O objetivo principal é ganhar uma guerra sem lutar abertamente, tomar o controle de uma sociedade gradualmente, assaltar sua economia e usar métodos para manter deliberadamente o público distraído e inconsciente.

Entre as estratégias globais está o processo de subversão. A União Soviética usou a subversão para estender sua “revolução comunista”, e o PCC adotou muitas das mesmas estratégias para exportar seu “modelo chinês”. A subversão é um processo para assumir o controle de um país, destruindo a religião, a moral, as tradições e tudo o que faz o país funcionar, com o objetivo final de jogar o país em um estado de caos, de modo que o público apoie a intervenção externa que irá criar uma nova forma de governo.

Soldado chinês vigia a entrada principal do edifício Bayi, em 23 de abril de 2013, em Pequim, na China. O regime chinês mantém grupos de hackers militares que atacam empresas e escritórios do governo norte-americano (Andy Wong/Getty Images)
Soldado chinês vigia a entrada principal do edifício Bayi, em 23 de abril de 2013, em Pequim, na China. O regime chinês mantém grupos de hackers militares que atacam empresas e escritórios do governo norte-americano (Andy Wong/Getty Images)

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Casey Fleming, CEO da BlackOps Partners Corp, uma empresa de espionagem mundial e de consultoria cibernética, descreveu as estratégias do PCC como um sistema de “guerra híbrida assimétrica”, usando uma combinação de táticas convencionais e não convencionais para atingir qualquer número de alvos.

“O objetivo final é a tomada completa do poder, tanto econômica quanto militarmente, até que a capitulação permanente seja alcançada”, disse Fleming, descrevendo-a como uma forma de guerra “baseada no engano e desprovida de qualquer regra.”

No centro de todas essas estratégias está a ferramenta principal dos regimes comunistas que é usada para fabricar problemas que impulsionam a revolução, conhecida como “materialismo dialético”. O conceito funciona em três estágios: 1) “identificar” um problema; 2) “contradizê-lo” encontrando seu oposto; 3) para, em seguida, “eliminar o meio termo” para empurrar as pessoas para os extremos. Depois de dividir a sociedade, as duas partes podem ser empurradas para o conflito, permitindo ao autor interferir e estabilizar ou “normalizar” a situação.

O materialismo dialético pode incluir a promoção de valores que contradizem os valores tradicionais de um país, e a criação de rótulos para atacar pessoas que ainda acreditam nas tradições. Alguns exemplos incluem o PCC, que classifica as crenças religiosas como “superstição”, e seu uso desta etiqueta para atacar ou aprisionar os fiéis religiosos. Quando usado no exterior, o materialismo dialético funciona como uma ferramenta para inverter os valores do país escolhido, para manifestar problemas sociais e movimentos em torno de inversões e, em seguida, para usar essas inversões a fim de introduzir uma agenda subversiva.

O Epoch Times preparou um infográfico que mostra as diversas estratégias usadas nesta guerra oculta, e revela os usos de cada estratégia. Entre os mais de 40 tipos explicados está a guerra cultural, utilizada para romper o tecido moral de uma sociedade, a guerra cibernética como uma ferramenta para alcançar seus vários objetivos, a guerra econômica para roubar e destruir a economia de um país, e a guerra psicológica para alterar a forma como as pessoas interpretam uma informação.

 
 
 

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