Comunismo matou 100 milhões de pessoas no século 20: não mostre o dedo do meio para um memorial de suas vítimas

Por Jack Phillips

Os horrores do comunismo enchem livros intermináveis. Pelo menos 100 milhões de pessoas morreram sob regimes comunistas auto-descritos. Mao Zedong, Joseph Stalin, Pol Pot e Kim Il Sung estão entre os principais assassinos.

Neste momento—é isso, hoje—o Partido Comunista Chinês está matando prisioneiros de consciência, principalmente praticantes do Falun Gong, por seus órgãos.

Se alguém fosse ao Museu do Holocausto dos Estados Unidos, na cidade de Nova Iorque, e mostrasse o dedo a um de seus memoriais, seria retumbantemente—e certamente—chamado de nazista, fascista ou apenas um idiota.

Mas, evidentemente, mostrar o dedo para o Memorial das Vítimas do Comunismo em Washington DC faz com que você seja elogiado no Twitter. Em um passado recente, aconteceu exatamente isso: algumas pessoas foram fotografadas mostrando o dedo do meio no memorial—para aplausos nas mídias sociais.

Outros denunciaram no Twitter, e com razão.

Mas, em um mundo em que vivemos quando as vítimas da ideologia mais destrutiva da história humana—em todo o mundo—são ridicularizadas. O autor ganhador do Prêmio Nobel da Paz Aleksandr Solzhenitsyn, que escreveu a obra-prima “Arquipélago Gulag”, colocou a questão da melhor maneira: “Para nós na Rússia, o comunismo é um cachorro morto, enquanto, para muitas pessoas no Ocidente, ainda é um leão vivo”.

O próprio Solzhenitsyn passou anos entrando e saindo de Gulags e desde então passou a vida ajudando a aumentar a conscientização sobre sua brutalidade. Os números são confusos, mas estão na casa dos milhões, em relação ao número estimado de pessoas mortas em Gulags.

As mulheres nos campos de Gulag não foram poupadas. Muitas foram torturadas e estupradas.

Não se trata de política liberal ou conservadora. Sob sistemas comunistas, liberdade de expressão, religião e auto-expressão são criminalizadas. Sob esses sistemas, as pessoas eram jogadas em Gulags soviéticos, laogai chineses ou simplesmente eram enterradas vivas—como nos Killing Fields do Camboja, onde famílias inteiras eram levadas para uma área isolada e recebiam ordens de cavar suas próprias covas. Eles não foram baleados, mas foram esfaqueados, envenenados ou espancados até a morte. As balas não deveriam ser desperdiçadas, por ordem do próprio Pol Pot.

Se você está à esquerda ou à direita, sob sistemas comunistas, qualquer um pode ser um inimigo. Basta perguntar às gerações de prisioneiros norte-coreanos que foram presos por décadas por crimes pequenos, sendo rotulados como “inimigos do Grande Líder”. Até hoje, eles ainda sofrem em campos de trabalho.

Quando você mostra o dedo para um memorial de vítimas do comunismo, está mostrando o dedo para monges tibetanos, praticantes do Falun Gong e ativistas de direitos humanos que atualmente estão sendo torturados, passando fome e espancados pelas autoridades do Partido Comunista Chinês. Você está mostrando o dedo para as crianças prisioneiras norte-coreanas que nasceram—e provavelmente morrerão—no brutal campo de trabalho 22.

Se você acha que Adolf Hitler foi quem matou mais pessoas na história da humanidade, você estaria errado. Mao e Stalin ultrapassaram em muito o ditador nazista, matando dezenas de milhões a mais. Estima-se que Mao tenha matado até 70 milhões; Stalin cerca de 40 milhões; Pol Pot do Camboja—em apenas quatro anos no final da década de 1970—deixou de 1,7 a 3 milhões de mortos, em um país de apenas 8 milhões de pessoas. Quando o comunismo chegou à África Oriental, particularmente na Etiópia, durante o governo de 15 anos do ditador sem coração Mengitsu, 1,5 milhão de pessoas morreram.

Isso não é uma piada.

O Epoch Times tem produzido uma série de artigos chamados O Fim do Comunismo, na tentativa de destacar e aumentar a conscientização sobre seus crimes.

Um genocídio secreto está sendo realizado pelo Partido Comunista Chinês enquanto você lê este artigo. Quando estiver totalmente revelado ao mundo, não fique do lado errado da história.

As opiniões expressas neste artigo são pontos de vista do autor e não refletem necessariamente as opiniões do Epoch Times.

Veja também:

O Fim do PCC

 
 
 

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