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Bahia é anfitriã pela segunda vez da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren

Por Epoch Times

SALVADOR — Salvador sedia pela segunda vez a Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) e impressiona o público com telas belíssimas que trazem uma mensagem importante do oriente.

O organizador da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) Miguel Campos e a diretora da Galeria Pierre Verger, Daniele Fernandes (Miguel Campos)
Organizador da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) Miguel Campos (dir.) e a diretora da Galeria Pierre Verger, Daniele Fernandes (esq.), na Galeria Pierre Verger, em Salvador, em dezembro de 2018 (Miguel Campos)

A Exposição Internacional “A Arte de Zhen Shan Ren” (Verdade, Compaixão, Tolerância) foi apresentada em mais de 40 países e 200 cidades desde julho de 2004. Concebida em 2003, “A Arte de Zhen Shan Ren” reúne obras de dezoito artistas de todo o mundo que compartilham a prática do Falun Dafa.

Posted by Falun DaFa Bahia on Saturday, November 24, 2018

No Brasil, o evento já foi sediado em São Paulo e Brasília, tendo sido apresentado em diversas universidades, estádios, shoppings, galerias, bibliotecas, museus, espaços culturais, entre outros. Na Bahia, ela já foi exibida no Centro Cultural e de Artes da Prefeitura de Salvador e atualmente está em exibição na Galeria Pierre Verger, localizada na Rua General Labatut, 27, Barris, Salvador, Bahia, entre 17 de dezembro de 2018 e 17 de janeiro de 2019, das 9hs às 19hs.

 

Regina Caciquinho, escritora baiana internacional, na Exposição Internacional “A Arte de Zhen Shan Ren” (Verdade, Compaixão, Tolerância) na Bahia, em 17 de dezembro de 2018 (Miguel Campos)

Visitantes ficaram impressionados com o nível do evento como Regina Caciquinho, escritora baiana internacional, que visitou a exposição no dia 17 de dezembro de 2018 e se sentiu tocada com as obras de arte. Ela disse que achou os quadros muito bem pintados e que a exposição “passa boas energias e satisfação ao ver a meditação, pois desperta o amor, que é evolução espiritual”.

Miguel Campos, organizador da exposição de (arte Verdade, Compaixão e Tolerância na galeria de arte Pierre Verger, me Salvador, no dia 17 de dezembro de 2018 (Miguel Campos)
Miguel Campos, organizador da exposição de arte Verdade, Compaixão e Tolerância na galeria de arte Pierre Verger, em Salvador, no dia 17 de dezembro de 2018 (Miguel Campos)

Paulo Roberto de Andrade, empresário, disse que a exposição foi “elucidativa e esclarecedora, fiquei sabendo sobre a prática de meditação, que os praticantes são perseguidos na China e os quadros são belos, passam uma bela mensagem”.

O empresário Paulo Roberto de Andrade visita a Exposição Internacional "A Arte de Zhen Shan Ren" (Verdade, Compaixão, Tolerância) na Bahia, em dezembro de 2018 (Miguel Campos)
O empresário Paulo Roberto de Andrade visita a Exposição Internacional “A Arte de Zhen Shan Ren” (Verdade, Compaixão, Tolerância) na Bahia, em dezembro de 2018 (Miguel Campos)

A Arte de Zhen, Shan, Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) é uma jornada comovente e íntima na vida espiritual das pessoas que enfrentam uma tragédia dos direitos humanos. Criadas com o respeito pelas mais altas técnicas artísticas, essas pinturas a óleo e aquarelas chinesas proporcionam uma visão única da disciplina espiritual do Falun Gong, também chamada de Falun Dafa, e dos eventos que se desdobram hoje na China.

Quando a China proibiu esta prática espiritual popular em 1999, houve prisões em massa por todo o país — enquanto milhões de cidadãos se tornaram inimigos do Estado da noite para o dia.

Liderada por uma dessas vítimas — um bravo grupo de artistas que agora vive fora da China, usa a arte como uma ferramenta para a mudança. O lançamento da exposição de arte tem ilustrado as experiências pessoais inéditas das vidas afligidas pela tragédia e o poder transformador da fé que as uniu.

Seguindo as jornadas únicas desses artistas coletivos, sua exposição continua em turnê internacional, inspirando esperança para a humanidade.

Fundador da exposição

O professor Zhang Kunlun, fundador da Exposição Internacional de Arte The Zhen Shan Ren, é um dos escultores mais talentosos da China. Seus trabalhos foram apresentados em exposições em todo o mundo.

Vencedor de vários prêmios, Zhang já foi diretor do Instituto de Esculturas do Instituto de Artes de Shandong, bem como diretor de seu Instituto de Pesquisa em Esculturas.

Zhang começou a exposição depois de ser resgatado no Canadá após ser preso quatro vezes na China por praticar o Falun Gong e apelar pelo fim da perseguição à prática.

Zhang Kunlun, fundador da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) (artofcouragefilm.com)
Zhang Kunlun, fundador da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) (artofcouragefilm.com)

“Se você morrer, vamos enterrá-lo e dizer a todos que você cometeu suicídio porque estava com medo de uma acusação criminal.”

A detenção foi violenta e comovente.

Durante um incidente ele foi espancado severamente e eletrocutado com bastões elétricos.

Um policial lhe disse: “Se você morrer, vamos enterrá-lo e dizer a todos que você se suicidou porque estava com medo de uma acusação criminal”.

Eles disseram que se ele gritasse, eles o matariam tampando sua boca.

Agora, sua história é usada pela Human Rights Watch como um estudo de caso sobre como o regime chinês trata prisioneiros de consciência.

Quando o governo canadense começou a pedir sua libertação, seus carcereiros começaram a tratá-lo melhor, dando-lhe comida decente e não o torturando mais.

O professor Zhang teve sorte, pois tem cidadania chinesa e canadense. Uma delegação maciça de 900 pessoas do Canadá foi à China em 2001 e levou o regime chinês a se curvar à pressão e libertá-lo.

Zhang Kunlun, fundador da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância)
Zhang Kunlun, fundador da Exposição Internacional da Arte de Zhen-Shan-Ren (Verdade, Compaixão, Tolerância) (artofcouragefilm.com)

Antes de encontrar o Falun Dafa, Zhang tinha sido “um ateu completo por décadas”. No entanto, o Falun Dafa expandiu seu horizonte, e ele percebeu que os mistérios do universo, da própria vida e da substância material estão muito além do conhecimento humano. Ele começou a acreditar firmemente na existência de divindades. Mesmo quando ele foi encarcerado e torturado, sofrendo com o pesadelo de lavagem cerebral e reeducação em campos de trabalho, Zhang não hesitou em sua fé.

Hoje, ele trabalha em sua arte incansavelmente, esperando que a exposição possa fazer algo para tocar o mundo, para lembrar às pessoas que na China qualquer um pode ser encarcerado e torturado por meditar e acreditar que a verdade, a compaixão e a tolerância devem ser a mais alta aspiração do ser humano.

Com a contribuição de artofcouragefilm.com